https://www.dn.pt/ Internamentos sobem e taxa de incidência aumenta em Portugal Portugal com mais 598 casos e uma morte nas últimas 24 horas, contabilizando agora um total de 847 604 casos e 17 023 óbitos desde o início da pandemia Internamentos sobem e taxa de incidência aumenta em Portugal © André Rolo / Global Imagens DN 28 Maio 2021 — 13:52 Facebook Twitter Comentar Partilhar Tópicos COVID-19 Sociedade Boletim Epidemiológico Relacionados Peritos defendem manutenção da matriz de risco das linhas vermelhas covid-19 Peritos defendem manutenção da matriz de risco das linhas vermelhas 18 concelhos com incidência superior a 120 casos/100 mil habitantes covid-19 18 concelhos com incidência superior a 120 casos/100 mil habitantes Lisboa com 3,28 vezes mais casos que o esperado nas últimas três semanas covid-19 Lisboa com 3,28 vezes mais casos que o esperado nas últimas três semanas Portugal registou esta sexta-feira 598 novos casos de infeção e uma morte, de acordo com o balanço da Direção Geral da Saúde relativo aos efeitos da pandemia de covid-19 em Portugal nas últimas 24 horas. É o dia com mais casos desde 22 abril, data em que se registaram 636 contágios. O país tem agora 246 pessoas em internamento (mais 13 do que ontem), das quais 52 em unidades de cuidados intensivos (menos uma do que na véspera). O boletim da DGS reporta ainda que há mais 82 casos ativos em Portugal, totalizando agora 22 534, tendo sido registados mais 515 recuperados da doença, atingindo agora 808 047. Há ainda a registar mais 1053 contactos em vigilância para um total de 22 887. Subscreva as newsletters Diário de Notícias e receba as informações em primeira mão. A região de Lisboa e Vale do Tejo continua a ser a que tem mais casos de infeção, registando um total de 295 novos casos nas últimas 24 horas, ou seja 49,3% de todo o território. A região Norte contabiliza 171 novos casos, o Centro reportou 54, seguindo-se o Algarve com 33 e os Açores com 23. No Alentejo verificaram-se 15 novas infeções e na Madeira há mais sete. A incidência no continente está agora nos 56 casos por 100 mil habitantes (estava em 54,4 há dois dias). A nível nacional está nos 59,6 casos por 100 mil habitantes, uma subida de quase dois pontos face a quarta-feira. O Rt é agora de 1,07 tanto no continente como no total a nível nacional. Autoagendamento de vacinação já disponível para pessoas acima dos 50 anos O autoagendamento da vacinação contra a covid-19 está disponível, a partir desta quinta-feira, para pessoas a partir dos 50 anos no portal na Internet da Direção-Geral da Saúde (DGS). A possibilidade de as pessoas acima dos 50 anos poderem fazer a sua marcação para toma da vacina ficou disponível pouco depois das 21:00. Na sequência da fase 2 do plano de vacinação e de uma maior disponibilidade de vacinas em Portugal, o portal destinado ao autoagendamento entrou em funcionamento em 23 de abril, contemplando agora as pessoas acima dos 50 anos, depois de ter sido aberto para utentes com 65, 60 e, mais recentemente, de 55 anos. Portugal vai receber mais de 1,4 milhões de vacinas contra a covid-19 nos próximos dias, que permitirão acelerar o processo de vacinação de três escalões etários em paralelo, disse na quarta-feira à Lusa fonte da task force que coordena a logística. Estas 1.446.000 vacinas que chegam ao país esta semana e na próxima representam cerca de 25% do total de 5.728.470 doses entregues a Portugal desde que arrancou o plano de vacinação, em 27 de dezembro de 2020. A task force que coordena o plano de vacinação pretende, na semana de 06 de junho, começar a vacinar a faixa etária dos 40 aos 49 anos e, na semana de 20 de junho, o grupo dos 30 aos 39. Dados do Ministério da Saúde indicam que, até terça-feira, tinham sido administradas em Portugal continental mais de cinco milhões de vacinas, sendo cerca de 3,5 de primeiras doses e mais de 1,5 de segundas tomas. Para compartilhar esse conteúdo, por favor utilize o link https://www1.folha.uol.com.br/poder/2021/05/documentos-do-planalto-entregues-a-cpi-mostram-24-reunioes-com-atuacao-de-ministerio-paralelo-na-gestao-da-pandemia.shtml ou as ferramentas oferecidas na página. Textos, fotos, artes e vídeos da Folha estão protegidos pela legislação brasileira sobre direito autoral. Não reproduza o conteúdo do jornal em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização da Folhapress (pesquisa@folhapress.com.br). As regras têm como objetivo proteger o investimento que a Folha faz na qualidade de seu jornalismo. Se precisa copiar trecho de texto da Folha para uso privado, por favor logue-se como assinante ou cadastrado. Viver de renda: saiba de quanto precisa, como se organizar e onde investir O valor que você precisa guardar vai depender do prazo para o seu objetivo. Veja o quanto guardar, com qual rentabilidade e quais as melhores opções de investimento Por Isabel Filgueiras, Valor Investe — São Paulo 28/05/2021 06h00 Atualizado há 5 horas Dia do hambúrguer: Smash burger é fácil de fazer; saiba como preparar Em versão com carne fina e achatada, sanduíche tem custo mais barato; veja passo a passo da receita O Globo 28/05/2021 - 05:00 / Atualizado em 28/05/2021 - 10:51 O smash burger com duas fatias finas de carne da hamburgueria Bob Beef, no Rio de Janeiro Foto: Tomás Rangel / Divulgação O smash burger com duas fatias finas de carne da hamburgueria Bob Beef, no Rio de Janeiro Foto: Tomás Rangel / Divulgação Newsletters PUBLICIDADE Finos, achatados, amassados e... mais baratos. E também mais fáceis de preparar em casa. Não faltam motivos para os smash burgers conquistarem progressivamente o paladar de brasileiros. Com carnes mais finas, os sanduíches menores — e, no entanto, não menos saborosos — podem ser reproduzidos de maneira fácil. A seguir, o chef Pablo Lamares revela a receita de um smash burger e mostra como é fácil fazer o hambúrguer em casa. Confira o passo a passo abaixo. Receita de smash burger Ingredientes 180g de peito bovino moído; 1 unidade de pão de hambúrguer; 2 fatias de queijo cheddar; 2 fatias de bacon; 40g de molho barbecue; 20g de manteiga Modo de preparo Divida a carne em dois pedaços e faça duas bolinhas. Numa chapa bem quente, que pode ser uma frigideira larga, coloque a manteiga e em seguida as duas bolinhas de carne. Com a ajuda de uma espátula de chapa, pressione a carne para fazer o "smash", temperando com sal e pimenta. Depois de um minuto e meio, mais ou menos, vire a carne de uma vez, cuidado pra ela não quebrar. Doure a carne por mais um minuto ou até formar uma crosta dourada. Corte o pão ao meio, passe manteiga e toste o lado de dentro do pão. Coloque as fatias de bacon sobre a chapa bem quente, por dois minutos de cada lado ou até ficar dourado. Montagem Coloque sobre a parte de dentro do pão molho barbecue. Em seguida, carne, queijo e bacon. O Globo, um jornal nacional: Fique por dentro da evolução do jornal mais lido do Brasil Mais lidas no Globo 1. Uruguai registra caso de 'fungo negro' em paciente recuperado da Covid-19 AFP 2. Bolsonaro pede para STF suspender medidas restritivas tomadas por três estados Daniel Gullino 3. Nelson Sargento, lenda do samba, morre aos 96 anos, vítima de Covid O Globo 4. Potes para sorteios das oitavas da Libertadores e Sul-Americana são definidos; veja datas e premiação O Globo 5. Viúva de João Alberto, negro assassinado por seguranças brancos em novembro, fecha acordo de indenização O Globo Mais de Rio Show Para comentar é necessário ser assinante Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal Perguntas mais frequentes • Termos de uso comentários Portal do AssinanteAgência O GloboFale conoscoExpedienteAnuncie conoscoTrabalhe conoscoPolítica de privacidadeTermos de uso © 1996 - 2021. Todos direitos reservados a Editora Globo S/A. Este material não pode ser publicado, transmitido por broadcast, reescrito ou redistribuído sem autorização. Já é assinante? Faça login https://www.correiobraziliense.com.br/ Exército tem até oito dias para decidir se pune Pazuello por ato no Rio Na defesa que fez para escapar à punição por ter participado do palanque, no último domingo, no Rio de Janeiro, general disse que agiu de acordo com a "honra pessoal" e que não podia fazer uma desfeita com a presença do comandante supremo das FAs Em documento enviado ao Comando do Exército, ontem, no último dia do prazo para apresentar defesa, o general e ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello negou ter cometido transgressão disciplinar ao participar de ato político em favor do presidente Jair Bolsonaro, no Rio de Janeiro, no último domingo. Ele afirma que agiu de acordo com a “honra pessoal” e citou o artigo 6 do Regimento Disciplinar do Exército. Neste trecho, o código deontológico prevê que a aplicação do regimento da corporação deve ser aplicado levando em consideração a “honra pessoal: sentimento de dignidade própria, como o apreço e o respeito de que é objeto ou se torna merecedor o militar, perante seus superiores, pares e subordinados”. Pazuello justifica que estava no evento com o presidente da República, comandante-em-chefe das Forças Armadas. O regimento proíbe que militares da ativa participem de ato político. Naquele evento, estavam reunidos motociclistas e militantes que apoiam Bolsonaro. Situação delicada O comandante do Exército, de acordo com fontes militares, tem até oito dias para tomar uma decisão sobre o caso de Pazuello. Ele se encontrou com Bolsonaro em São Gabriel da Cachoeira, no Amazonas, e segundo os bastidores da caserna a tendência é de que a punição seja branda — para evitar atritos com o presidente, que promete suspender qualquer sanção mais pesada contra o ex-ministro da Saúde, o que pode gerar uma crise sem precedentes entre a Arma e o Palácio do Planalto. No entanto, existe o temor de que uma punição branda estimule a impunidade, fazendo com que outros integrantes do Exército se sintam livres para participar de eventos políticos, principalmente aqueles que contarem com a presença de Bolsonaro — e, dessa forma, minar a hierarquia nas Forças Armadas. Poderiam utilizar da mesma justificativa de Pazuello, alegando “honra pessoal” e prestigio à presença da maior autoridade militar do país. Pazuello foi pressionado a solicitar transferência para a reserva, pois, assim, poderia se candidatar a cargos eletivos e participar de eventos políticos, sem envolver a imagem das Forças Armadas. No entanto, disse a interlocutores que só pretende deixar o serviço ativo em 2022, pois isso o deixaria vulnerável para enfrentar a CPI da Covid — correndo o risco de ter a prisão decretada por perjúrio no novo depoimento que prestará aos senadores. Presidente assegura que ato não foi político Jair Bolsonaro saiu em defesa do ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello por conta da participação do general no ato do último domingo pró-governo, organizado por apoiadores do chefe do Executivo. Segundo o presidente, o evento “não teve nenhum viés político”. Por conta da presença na manifestação, Pazuello responde a um processo administrativo dentro do Exército. Isso porque o Estatuto Militar e o Código Disciplinar do Exército proíbem que integrantes da Força participem de manifestações políticas. Em live na noite de ontem, Bolsonaro tentou eximir Pazuello de qualquer culpa. “Foi um encontro que não teve nenhum viés político. Até porque eu não estou filiado a partido político nenhum ainda. Foi um movimento pela liberdade, pela democracia e de apoio ao presidente”, disse. O presidente tem agido para evitar qualquer tipo de punição mais severa ao general. Ontem, Bolsonaro viajou para São Gabriel da Cachoeira (AM), onde se encontrou com o ministro da Defesa, Walter Braga Netto, e com o comandante do Exército, general Paulo Sérgio Nogueira, para negociar qual deve ser a reação contra o ex-ministro da Saúde. No início da semana, Bolsonaro proibiu o Exército e o Ministério da Defesa de se posicionarem em relação a Pazuello. A Arma e a pasta emitiriam um comunicado oficial para explicar o início do processo administrativo contra o general, mas foram desautorizadas pelo presidente. Apesar da participação pessoal de Bolsonaro na busca por uma solução, o general Paulo Sérgio já avisou que a decisão do Exército não será influenciada por pressões externas. Militares esperam uma punição a Pazuello por entenderem que essa decisão impedirá que episódios semelhantes aconteçam no futuro e manchem a imagem das Forças Armadas. Provocação Antes da live, Bolsonaro postou um vídeo nas redes sociais de um discurso que fez na Guarnição Militar do município amazonense, convocando militares a atuarem, caso haja necessidade, para não permitir que governadores e prefeitos adotem políticas restritivas como forma de tentar evitar a proliferação da covid-19. Segundo o presidente, “em qualquer país do mundo” apenas as Forças Armadas “é que decidem como aquele povo vai viver”. Bolsonaro comentou que espera não ter que recorrer aos militares para impedir a adoção das políticas de isolamento. Contudo, se for preciso, Bolsonaro pediu aos militares que cumpram com o dever de garantir a liberdade da população. “O que nós queremos? Queremos paz, queremos progresso e, acima de tudo, liberdade. E a gente sabe que esse último desejo passa por vocês. Mais do que a obrigação, tem o dever. Tenho certeza que vocês agirão dentro das quatro linhas da Constituição, se necessário for. Espero que não seja necessário, que a gente parta para a normalidade. Não estamos nela ainda, estamos longe dela”, afirmou. (AF)